
Estamos a viver numa época em que o acesso à informação é ilimitado, mas o conhecimento de si próprio é escasso ou inexistente. Os jovens estão cada vez mais conectados às redes sociais. No entanto, paradoxalmente, sentem-se cada vez mais perdidos. As empresas investem milhões em tecnologia e processos, mas ignoram a base de tudo, o estado emocional e mental das pessoas que as fazem funcionar.
E é aqui que a Programação Neurolinguística (PNL) deixa de ser apenas uma técnica e passa a ser um instrumento de sobrevivência emocional e de liderança consciente. E como ainda existe tanto desconhecimento sobre isto, é algo que me entristece.
A neurociência já comprovou que 95% das nossas decisões diárias são automáticas e inconscientes. Baseiam-se em padrões mentais antigos, muitos deles criados na infância e que repito ao longo da vida, esquecendo que ‘o meu mundo não é o mundo do outro’ e, por isso, tantas vezes vivemos em modo piloto automático”.
Se não ensinarmos os jovens a entender como o nosso cérebro funciona, eles não compreenderão como o estado emocional muda a perceção da realidade. Também não perceberão como o vocabulário influencia a ação e pode ajudá-los a conquistar e conectar as suas relações de outra forma. Assim, estaremos a deixar gerações inteiras sem as ferramentas certas para liderarem a própria vida.
Segundo a OMS, 1 em cada 5 jovens entre os 15 e os 24 anos sofre de sintomas de ansiedade ou depressão. Em Portugal, dados do INE mostram que o consumo de antidepressivos nessa faixa etária aumentou mais de 50% na última década. As noticias recentes de Viseu, vêm uma vez mais comprovar isso mesmo…..solidão e esquecimento de si próprios.
Tenho o sonho como propósito de levar a PNL não só a empresas, líderes e equipas, mas de igual forma a escolas e universidades, dando a possibilidade de formar mentes antes de formar carreiras e antes de formar competências técnicas, de se formar competências comportamentais.
Acredito e sonho com o dia em que a PNL será ensinada nas escolas e universidades, como “módulo complementar” em que o fundamento do desenvolvimento humano será uma prioridade, ensinando estes jovens a liderarem a sua vida.
Ensinar um jovem a identificar os seus pensamentos, a reformular crenças limitadoras, a gerir o seu estado interno e a visualizar objetivos com clareza é ensinar-lhes autonomia emocional, propósito e liderança pessoal. E sabendo, como o fazer.
Os meus filhos são exemplo vivo da definição de propósito, mais confiança, mais auto estima, melhor entendimento de si próprios para melhor se conectarem com os amigos e como em família, a nossa relação se alinhou de forma maravilhosa.
Não são experiências de livro, mais uma vez, o que vos partilho, é experiência vivida e ensinada a cada dia, em que são os meus próprios filhos que me pedem, “Não desistas, nós precisamos disto nas escolas” e são os primeiros a recomendarem aos amigos porque sabem o que impactou a sua vida.
Estas competências não se medem em notas escolares, mas refletem-se na vida, nas suas escolhas e nas suas relações e no saberem escolher quando dizer sim e quando dizer não, porque sentem que os seus valores são violados. Quantos jovens de hoje sabem o que são valores?.
E nas empresas? O mesmo problema mas em versão adulta. Nas organizações, o cenário é idêntico, apenas temos fatos e gravatas em vez de jeans e ténis.
Quantas vezes um colaborador está em “baixo rendimento” não por falta de competência, mas porque está emocionalmente bloqueado? Porque tem medo de falhar, porque perdeu clareza sobre o seu papel, ou porque a sua autoestima foi destruída por anos de comparações e críticas?
Um estudo da McKinsey (2024) mostrou que as empresas que investem em literacia emocional e autoconsciência aumentam em 31% o compromisso e em 25% a produtividade média por colaborador.
Os resultados são claros, pessoas emocionalmente equilibradas são mais criativas, mais produtivas e mais leais e ninguém lidera, com estados emocionais instáveis.
A PNL, aplicada em contexto empresarial, permite trabalhar a linguagem interna, os estados emocionais, a comunicação entre equipas e o foco em resultados, transformando comportamentos automáticos em ações conscientes.
Estamos a ensinar os jovens a usar inteligência artificial, mas não os ensinamos a usar a sua própria inteligência emocional.
Estamos a formar líderes em Excel, mas não em empatia.
E é por isso que tantas empresas, apesar de terem estratégia, perdem cultura e nem se apercebem disso.
E tantos jovens, apesar de terem potencial, perdem direção e refugiam-se no silêncio.
Levar a PNL às escolas, às universidades e às empresas não é um luxo, é uma necessidade social e económica, porque a transformação começa dentro e a mudança de fora só acontece quando essa clareza interna é conquistada.
E é esse o propósito da minha missão, levar a PNL às salas de aula e às salas de reunião, para que jovens e líderes aprendam a gerir o que têm de mais poderoso, o seu próprio estado que lidera a sua vida.
Porque quando aprendemos a dominar o nosso estado interno, quando nos conhecemos melhor a nós, conhecemos melhor os outros e dominamos a forma como vivemos, trabalhamos e influenciamos o mundo.
Acreditas como eu, que chegou o momento de levarmos a PNL às escolas e às empresas?
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Sei que não é um tema de “moda” um tema de likes, mas também não é esse e nunca será esse o propósito, mas se algo te fizer sentido neste artigo, ajuda-me a levar esta mensagem cada vez mais longe pois eu provo que funciona e nem que seja uma pessoa de cada vez, já valerá a pena.
A mudança começa quando decidimos educar a mente para criar o futuro.
Adriana Carneiro
Não queiras fazer tudo ao mesmo tempo, é um erro que só te vai desgastar a ti. Relaxa, vai à beira mar, analisa em consciência e avlia qual destes pontos precisa mais da tua atenção à data e começa por esse com calma, mas com uma decisão.
E eu quero ajudar-te nessa jornada, marca a tua sessão, a tua reunião e juntos, marcaremos a diferença na tua tomada de decisão.
𝑭𝒂𝒛 𝒂 𝒕𝒖𝒂 𝒎𝒖𝒅𝒂𝒏ç𝒂! Alcança a tua melhor versão
𝐀𝐝𝐫𝐢𝐚𝐧𝐚 𝐂𝐚𝐫𝐧𝐞𝐢𝐫𝐨